Cortando a Película

Se você não pode ser o melhor do mundo…

Enviado em Livros by Rodrigo Jaroszewski em Maio 13th, 2008

The Dip… desista.

Basicamente é isto que o Seth Godin fala no seu livro, The Dip, que eu recomendo. Se você não sabe ler inglês, a Lisa (que trabalha com o Seth) me confirmou que a Sextante comprou o direito de tradução do livro, e que ele deve sair logo.

Mas voltando ao assunto, ele está certo. A teoria dele é a seguinte: ser o melhor do mundo é algo muito subestimado. A diferença entre o melhor e o 2º colocado é muito grande. Podemos observar isso lendo a Fortune. A Exxon e a Chevron são as principais concorrentes no mercado de refino de petróleo nos Estados Unidos. A Exxon ganha por 162 BILHÕES DE DÓLARES EM RECEITA! A maior parte dos mercados que você pode consultar naquele site mostrará algo parecido, com o primeiro e o segundo colocados tendo uma receita duas vezes maior do que o resto das empresas.

Para que uma pessoa ou empresa possa ser realmente a melhor do mundo, Seth diz que ela precisa desistir das coisas certas. Não é possível ser bom em tudo, e tentar diversificar demais tira o foco do que você pode realmente ser o melhor. Ele cita as escolhas do Jack Welch, CEO da General Electric, que fechou divisões lucrativas da empresa apenas porque elas não poderiam ser as melhores do mundo naquele mercado. O resultado pode ser visto aqui.

Contudo, no caminho para ser o melhor do mundo, você vai encontrar situações onde há grande pressão e o retorno parece ser pequeno. As vezes essa sensação é o indicativo que você está no caminho certo! As vezes as coisas estarão muito fáceis, e este pode ser o indicativo que você precisa sair desse projeto ou emprego. As vezes você pode sentir que tudo está deslanchando de maneira perfeita, mas isto pode ser o indicativo de que você cairá em um precipício.

Como reconhecer cada uma dessas situações? É o que o Seth explica no livro. Ele só tem 85 páginas e eu li em dois dias; para falar a verdade, li 3/4 dele na mesma noite que comprei, ainda no shopping. Se você gostou do livro, Seth sugere que você empreste para quantas pessoas puder. A minha cópia vai primeiro para o meu amigo Lucas, depois para o Douglas Donin, e dalí para qualquer pessoa que saiba inglês. Quando a Sextante lançar, vou comprar outra cópia e emprestar àqueles que não sabem a língua dos infiéis.

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Eu sou um egomaníaco

Enviado em Devaneios by Rodrigo Jaroszewski em Maio 8th, 2008

Hoje eu recebi a confirmação que eu já esperava há um tempo: sou um egomaníaco. Pelo menos é o que o Michael Gray parece pensar que eu sou. Ele postou no Twitter:

graywolf: O Twitter é o mecanismo mais fácil de auto-regulamentação. Se você achar que alguém é spammer, pare de segui-lo.

Eu então falei:

@graywolf E é fácil de detectar também: veja a razão seguidores/seguidos. Se está pendendo muito para o lado dos seguidos, é um spammer.

Ele rebate com duas mensagens:

 

graywolf: @rodrigolj Talvez eles criaram uma segunda conta de Twitter para seguir serviços de notícias no Twitter que não seguem você de volta. Isto me torna um spammer?

graywolf: @rodrigolj Há muitas e muitas razões legítimas para que isso ocorra sem precisar marcar ou rotular uma pessoa.

 

Minhas teorias:

@graywolf Teoria nº 1: Conectar-se com MUITAS pessoas, en masse. Resultado: Falha em me impressionar, pois eu não quero ser apenas uma pessoa entre 1,000 que foram adicionadas no Twitter de alguém em um dia.

@graywolf Teoria nº 2: Alguém quer ler o que outras pessoas dizem. Resultado: Eu não me sinto compelido em reciprocamente seguir a pessoa. O objetivo dela foi alcançado.

A resposta dele?

graywolf: @rodrigolj Eu não devo ter recebido o memorando onde você nos comunica que nós todos temos de fazer coisas para lhe impressionar.

Bem, considerando que o negócio do Michael Gray é SEO — ou seja, marketing —, sim! Ele tem de me impressionar! É para isso que as pessoas contratam ele, é por isso que eu sigo ele no Twitter e é por isso que eu acho que ele, e todas as pessoas no Twitter, deveriam se preocupar muito em impressionar a todos a quem eles falam (não só eu). Se não querem me ouvir, ao menos ouçam o Seth Godin. Ele fala sobre isso o tempo todo.

Mas certamente o Michael me impressionou. E certamente ele encorajou as pessoas a segui-lo no Twitter. E é por isso que eu sigo ele (pelo primeiro motivo). Mas eu espero que ele me siga também? Óbvio que não!

Razão nº 1 pela qual ele não deve me seguir? Eu “twito” em português. Ele não fala português, então não há motivo de me seguir. A Razão nº 2? Meus twits simplesmente podem não ter o mesmo valor agregado, utilidade ou relevância para o campo de trabalho ou à vida dele. Esta última razão é a mais importante e ninguém pode definir onde começa ou termina o valor, utilidade, ou relevância de uma mensagem, além do próprio leitor.

Pode haver valor sim em fazer um follow em massa. A Márcia Lima fez isso com todos os twiteiros de Porto Alegre, para poder se comunicar com o pessoal da nossa cidade. Ter um motivo claro e legítimo foi o motivo de eu seguir ela. E um bom motivo é necessário sim! Se um twitteiro de Nova Iorque resolver seguir todos os nova-iorquinos com Twitter, será trabalhoso, mas será algo que merece reciprocidade.

No final do dia, embora eu esteja agindo de uma forma rotulada como egocêntrica, eu estou recebendo mensagens muito relevantes à minha carreira e à minha vida (sem pedir por elas, inclusive pelo Twitter!) e, principalmente, não estou sendindo qualquer estresse por sobrecarga de informação. De fato, se tenho alguma frustração que me estressa, é a de não poder fazer mais coisas com as minhas duas horas de almoço por conta do computador lento que tenho no trabalho.

Se você quer receber a água na sua mão, não precisa necessariamente abrir todas as torneiras da casa. Uma torneira já é o suficiente. Também, esta única torneira não precisa estar aberta por inteiro: 1/4 ou metade já é o suficiente para encher um copo bem rápido.

Google Talk Gadget no Google Apps

Enviado em Google by Rodrigo Jaroszewski em Maio 7th, 2008

Eu utilizo o Google Apps para gerenciar meu e-mail relacionado ao Tolkien e o Élfico, e recentemente adicionei um pequeno widget criado para que eu possa me comunicar com visitantes do meu site. Até agora, por conta da falta de suporte dessa função no Google Talk para Windows, eu perdi umas 3 ou 4 oportunidades de interagir com os meus visitantes. Isto é irritante ao extremo!

A única maneira de remediar esse problema é utilizando o Google Talk Gadget, uma versão que roda no navegador. Sendo em JavaScript, obviamente roda mais rápido no Safari 3.1.1, que voltou a ser meu navegador principal enquanto o Firefox 3 não sai do beta. Adivinha qual não é minha surpresa ao ver que não há um mísero link para o Talk Gadget no dashboard da minha conta? Muito menos na ajuda!

Tive de descobrir empiricamente qual é o endereço:

http://hostedtalkgadget.google.com/a/DOMINIO/talkgadget/popout

Substitua DOMINIO pelo domínio que está registrado no Google Apps.

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Minha opinião sobre Microsoft e Yahoo!

Enviado em Administração by Rodrigo Jaroszewski em Maio 6th, 2008

Para quem não sabe o que aconteceu, leia no G1.

A Yahoo! não desvalorizou, pra falar a verdade, como escreve a kottke.org:

Em 31 de janeiro, o dia anterior à oferta da Microsoft de U$ 31,00 por ação da Yahoo!, YHOO estava em U$ 19,18 por ação (market cap: U$ 26,4 bilhões) e MSFT estava em U$ 32,60 por ação (market cap: U$ 303,6 bilhões). No fechamento da bolsa hoje, YHOO fechou em U$ 24,37 por ação (market cap: U$ 33,5 bilhões) e a MSFT em U$ 29,08 por ação (market cap: U$ 270,8 bilhões). Em outras palavras, a oferta da Microsoft aumentou o valor da Yahoo! Inc. por mais de 7 bilhões de dólares e reduziu o valor da Microsoft Corporation por quase 33 bilhões. Em mais outras palavras, em uma tentativa de tomar a Yahoo! à força, eles deixaram uma quantia igual à Yahoo! escapar por seus dedos. Por que ninguém está escrevendo sobre os incríveis ganhos da Yahoo! nas ações e a queda da Microsoft?

O problema, para mim, é que a Microsoft tem muita gordura para queimar. Os dois únicos serviços insubstituíveis da Yahoo!, para mim, é o Yahoo! Respostas e o Yahoo! Site Explorer. Se o resto for embora (incluindo o sistema de busca) não fará a mínima diferença para mim. O mercado brasileiro pode sentir falta do Yahoo! Grupos, e o mercado americano sentirá falta do Yahoo! Messenger (o segundo maior naquele mercado, atrás do AIM), mas o Google Groups amadureceu, e o Windows Live Messenger pode ser fortalecido com uma integração dos dois sistemas.

A Microsoft possui os sistemas operacionais mais utilizados no mundo, o pacote de aplicativos de escritório mais utilizado no mundo, e atua em diversos outros ramos na tecnologia.

Além disso, eu estou acompanhando a briga entre os sites de busca há uns dois anos no mínimo. Dois anos se passaram e eu não vi qualquer inovação na busca da Yahoo! A empresa simplesmente transpira falta de ânimo e vontade. Se é para fazer o que é “bom o suficiente”, deixe este trabalho para a Microsoft! Eles são experts neste ramo.

O Jason Calacanis ontem no Twitter disse que, se fosse o Jerry Yang, teria vendido a Yahoo!, tirado três meses de férias e, então, começaria algo novo. Eu também! A Yahoo! sacrificou o curto prazo em prol do longo prazo, mas eu acho que eles simplesmente não tem mais do que uns dois ou três anos de vida pela frente. Do jeito que as coisas estão, ao menos, esta é a impressão que fica.

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Não faça o que você não sabe fazer

Enviado em Devaneios by Rodrigo Jaroszewski em Abril 28th, 2008

Sabe aquele erro que você comete várias e várias vezes? Quando você estraga alguma oportunidade por ficar passivo? Ou por ser agressivo além da conta? Ou por entrar sempre em um novo mercado na hora errada? Abrir uma empresa sem capital de giro suficiente? Um projeto conjunto em que se passam cinco ou seis anos e nenhum planejamento foi feito? Alguma dessas coisas acontece com vocês diversas vezes, muitas vezes sem você perceber que está cometendo o mesmo erro até que, finalmente, o tenha cometido?

Eu descobri que cometo um, quase todo ano: sempre concordo em fazer o que eu não sei fazer.

Em 2000 concordei em ser webmaster do meu esquadrão virtual de Red Baron 3D. Eu não sabia montar a estrutura de navegação de um site na época, e por isto falhei.

Em 2003 concordei em ser administrador de um fórum de Tolkien, a Ordem de Eä, com a incumbência de trazer discussões para a área de línguas. Como descobri, não sei criar discussões, e a minha “Casa” falhou em seu propósito.

Em 2004 concordei em ser moderador da área de Tolkien do fórum Ponei Saltitante. Não percebi que minha incumbência era (novamente) trazer discussões àquela área, e que é óbvio que não sei trazer discussões.

Também em 2004 concordei em ser Coordenador Cultural da Toca RS. Não percebi que a minha incumbência era vender a idéia de que vale a pena gastar seu tempo livre para fazer uma atividade coletiva sem retorno financeiro apenas por uma realização ideológica. Eu não sei inspirar as pessoas a fazer coisas em conjunto, porque eu mesmo não faço as coisas dessa forma! Resultado? Falha…

Em 2006 concordei em ser Diretor Cultural do Conselho Branco. Mesmo problema da coordenadoria cultural.

Em 2007, percebendo meu erro, fui para a Diretoria Técnica e fiz um outro: disse que trabalharia no site, confiante que desta vez eu sabia estruturar a navegação do site. Encontrei algo que de início já era evidente: o site é muito mal construído (para os padrões de hoje). Assumir aquele trabalho era como chamar um decorador para serviço de pedreiro. Eu não sei construir a codificação de um site em ASP, muito menos mexer em um banco de dados, o que me fez falhar. Eu sabia disso, e mesmo assim fui em frente.

Aqui no trabalho eu percebi que entrei na mesma roubada há umas duas semanas atrás: aceitei um trabalho que não sabia fazer. Era com banco de dados, que nem no Conselho Branco, e eu ainda assim entrei na onda.

Depois de oito anos, seria de se esperar que eu houvesse aprendido a lição. Mas não aprendi. Com sorte, escrevendo o problema em algum lugar, eu consiga resolvê-lo permanentemente.

Melhor comentário sobre Dragonforce

Enviado em YouTube by Rodrigo Jaroszewski em Abril 20th, 2008

Eu em geral só posto coisas sérias, mas esta deu para dar umas gargalhadas às 4 da manhã:

“Powermetal”? It’s videogame nonsense “metal”. It sounds like metal that girls would comb their hair to. Whatever happened to metal containing some testocerone??? This is some seriously faggy shit…

O vídeo originando o comentário:

Seja curto e grosso usando o Twitter

Enviado em Twitter by Rodrigo Jaroszewski em Abril 18th, 2008

Uma das coisas que eu notei neste tempo que eu estou usando o Twitter é que, com apenas 140 caracteres para cada mensagem, a expectativa é que você passe a informação da forma mais direta e condensada possível: o popular “curto e grosso”.

Eu tenho uma neura com celular. Meus amigos geralmente tinham pré-pagos, e eu me sentia mal em alongar uma conversa, por conta do custo da ligação. Por outro lado, eu também usei quase só pré-pagos, e quando uso um celular destes eu me sinto pressionado a passar a informação da maneira mais clara e rápida possível. O resultado é que, cá e lá, minha família lembra que eu preciso parecer ser um amigo ao invés de um sargento.

Com o Twitter é diferente: as pessoas esperam que um twit traga a resposta para a Vida, o Universo, e Tudo Mais. Floreie sua conversa demais e acabará enviando mais twits para dizer o que poderia fazer em um — o resultado é um rótulo de flooder.

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Endereços .COM.BR para pessoas físicas

Enviado em Tecnologia by Rodrigo Jaroszewski em Abril 16th, 2008

A Registro .br vai permitir às pessoas físicas com CPF em dia a possibilidade de comprarem domínios que terminam em .com.br, antes só permitido a pessoas jurídicas. Aqui está o anúncio:

Subject: Registro COM.BR para pessoas fisicas

Prezado(a) Usuário(a),

COM.BR com CPF
————–

Por decisão do CGI.br, o domínio COM.BR, destinado a atividades
comerciais genéricas na Internet, também poderá ser registrado sob um
CPF. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins
poderão registrar domínios COM.BR.

Esta modificação terá efeito a partir do dia 01/05/2008.

Inicialmente, somente o domínio COM.BR estará disponível nesta nova
categoria, genérica, que permite registro tanto com CNPJ quanto com
CPF. Lembramos que, para manter a transparência do registro de
domínios .br, pessoas físicas responsáveis por domínios COM.BR estarão
sujeitas aos mesmos procedimentos das entidades cadastradas
previamente.

Verificação DNS
—————

O Registro.br monitora constantemente o correto funcionamento de seus
domínios. Fique atento aos avisos de problemas DNS e siga nossas
recomendações para evitar problemas aos usuários de seus sítios.

Agradecemos a atenção,

Registro.br
http://registro.br/

Minha sincera opinião: é mais fácil abolir o .com e ficar só com o .br. Para que a marca comercial se não vai ser atribuído para/adquirido por uma empresa de comércio? A exigência do CNPJ é que deixa o apelo para possuir um domínio desses muito maior. Antes o que era um sinal de investimento de capital e um compromisso sério, um diferencial, vai se tornar uma corrida contra o relógio para pegar o que está na prateleira antes que o estoque acabe.

É quase impossível investir demais para se tornar líder no mercado

Enviado em Administração by Rodrigo Jaroszewski em Abril 15th, 2008

Todos os nossos sucessos são os mesmos. Todas as nossas nossas falhas, também.
Nós somos bem-sucedidos quando fazemos algo marcante.
Nós falhamos quando desistimos muito cedo.
Nós somos bem-sucedidos quando nós somos os melhores no mundo no que fazemos.
Nós falhamos quando nós ficamos distraídos pelas tarefas das quais não temos a coragem de desistir.

Seth Godin: The Dip, p. 85.

Excelente livro!

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Tenha um preço

Enviado em Devaneios by Rodrigo Jaroszewski em Abril 14th, 2008

Quem não lê meu site, Tolkien e o Élfico, não deve saber que eu participei do AnimeXtreme 2008 no Colégio Salesiano Dom Bosco, neste último sábado e domingo. Durante o evento, meus colegas de estande e eu pensamos em algumas maneiras de obter um retorno financeiro que pague nossos custos e permita que melhoremos nossa infraestrutura.

Percebemos que muito do que nós precisávamos já estava à nossa frente há muito tempo. As pessoas que vêm ao nosso estande constantemente se maravilham com a obra-prima do meu amigo Eduardo, a sua cota-de-malha de cobre. Para encomenda, ela custa R$ 1.500,00, mas e para experimentar? Para sair em uma foto em uma armadura, quanto você pagaria?

As vezes você tem o produto perfeito, com a capacidade de rentabilizar perfeita. Mas pode passar quatro anos com esse produto em sua frente e, ainda assim, não ver o óbvio.

Observe tudo que você tem em casa, tudo que você tem em seu quarto. Imagine o que alguma outra pessoa pode ou gostaria de fazer com isto. Estabeleça um preço para este “o que”. Um preço que não seja tão caro que ninguém pagará, não tão baixo que não cobrirá seus custos, e nem tão barato que as pessoas achem que é algo corriqueiro e banal — ou pior, uma porcaria!

Muito obrigado ao meu professor Frederico, na FATEC, por frisar isto tantas vezes até que eu percebesse a importância de ter um preço. O meu tempo, e meu esforço valem muito, muito dinheiro. Os de vocês também.