Cortando a Película

Homem vestido de árvore assalta banco

Enviado em Crimes, Humor Negro, Neil Gaiman by Rodrigo Jaroszewski em Julho 12th, 2007

No maravilhoso Primeiro Mundo, um homem vestido de árvore assalta o banco de New Hampshire, no nordeste Estados Unidos.

Para celebrar a ocasião, Neil Gaiman criou três trocadilhos infames no blog dele.

Tal pai, tal filha

Enviado em Devaneios, Neil Gaiman by Rodrigo Jaroszewski em Agosto 30th, 2006

Meus parabéns a Maddy Gaiman, filha do autor Neil Gaiman, que completou 12 anos ontem. Acho que vou estar velho em uma cadeira de balanço lá pelos meus 70 anos de idade e ainda vou ler os livros dela e do pai dela, me divertindo pra caramba!

Abaixo estou enviando um texto que apareceu no blog do Neil Gaiman em 20/09/2002, que você pode acessar através dos favoritos à direita. É um dos únicos que realmente leio diariamente. De vez em quando aparece alguma coisa muito legal, como a história da evolução dos balões de diálogo nos quadrinhos ingleses.

Maddy: Papai. Preciso saber a verdade. Você é famoso?
Eu: Não. Na verdade não.
Maddy: Mas existem pessoas que sabem quem você é, não é?
Eu: Bem, sim.
Maddy: E elas pensam que você é famoso?
Eu: Algumas delas sim, eu suponho, sim. Por quê?
Maddy: Bem, veja, eu estive observando muito as pessoas ultimamente. Pessoas em carros. TV. E eu penso para mim mesma, “Não seja boba. Pessoas da TV não simplesmente sairiam dirigindo por aí.” Mas então pensei em você. Quero dizer, existem pessoas que veriam você e diriam “Ele não simplesmente sairia dirigindo por aí” e você faz isso. Então eu imagino que essas pessoas sejam estrelas de cinema mesmo.

SimCity… por Neil Gaiman

Enviado em Neil Gaiman by Rodrigo Jaroszewski em Julho 27th, 2006

Neil GaimanCidades não são pessoas. Mas, assim como pessoas, as cidades têm suas próprias personalidades: em alguns casos, uma cidade possui muitas personalidades diferentes - há uma dezena de Londres, uma multidão de diferentes Nova Iorques.Uma cidade é uma coleção de vidas e construções, e ela tem identidade e personalidade. Cidades existem em sua localização, e no tempo.

Existem as cidades boas - aquelas que lhe recepcionam, que parecem se importar com você, que parecem felizes de que você esteja nela. Existem as cidades indiferentes - aquelas que honestamente não se importam se você está nelas ou não; cidades com suas próprias agendas, aquelas que ignoram as pessoas. Existem as cidades que foram pelo caminho errado, e existem lugares em cidades sadias que estão tão podres e cheias de vermes quanto uma maçã caída da macieira. Existem até cidades que parecem estar perdidas - algumas, sem um eixo central, sentem-se como se pudessem ser mais felizes em outro lugar, algum lugar menor, algum lugar mais fácil de compreender. (mais…)