Associated Press impede blogueiros de citá-los
A Associated Press decidiu que qualquer pessoa que cite mais do que quatro palavras de qualquer um dos artigos deles será processada.
Como diria meu amigo Rebec: Fuck them and the horse they rode on!
Estou com a TechCrunch nesta e dou meu apoio ao saco de pancadas jurídico da vez, o Drudge Retort.
E não, não vou linkar para aquelas amebas. Com sorte eles quebram.
Entrevista com editor gráfico do NY Times
Quem quiser ler uma boa entrevista hoje, pode ler a com Steve Duenes, editor gráfico do New York Times.
Eu achei esta entrevista muito boa e informativa, principalmente na questão de “quando o jornalismo encontra a internet, e não pode se livrar da imprensa”. ![]()
Zero Hora.com de cara nova

É, finalmente a Zero Hora resolveu se modernizar. Para motivos de linkagem ainda é uma droga, com uma estrutura de links incompreensível para humanos. Por outro lado, finalmente adicionaram RSS! Depois de tanto tempo, finalmente vou poder seguir as minhas notícias locais tão bem quanto o pessoal que lê a Folha de SP!
Falando na Zero Hora, um pastor queimou uma imagem sacra do século XVII em São Borja:
O pastor responde por crime contra o patrimônio histórico na 3ª Vara Cível de São Borja. Conforme a Agência Estado, ele afirmou que a queima de imagens é uma prática comum nos cultos da Universal e garantiu não saber que as duas imagens eram cadastradas pelo Iphan.
Ou seja, quando o furo é mais embaixo, a salvação do ser humano que se dane! Se a imagem é de patrimônio histórico, protegida pela lei dos homens (mas não pela lei do Deus da Universal), então não se pode queimar aquele pedaço pecaminoso de madeira, não é mesmo?
Que espetáculo de coerência…
Jornalistas: Não falem, apontem!
Eu aponto para o blog do Bruno Giussiani quase toda hora, mas ele postou uma matéria muito interessante no dia 14 que seria interessante para que os jornalistas leiam: “‘Não fale. Aponte!’ - Três Ingredientes Para o Futuro do Jornalismo”.
Basicamente, o jornalismo comunitário está suplantando os jornalistas na questão de “falar pelas pessoas” ou “pelas pessoas”, o que transforma o jornal em uma ferramenta de apontar para o lugar certo. Como um brasileiro de 23 anos é peixe pequeno, de repente esse peixe grande da Suíça que escreve para vários jornais pode fazer essa idéia ser aceita.